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Alguns países começaram a liberar a entrada de turistas brasileiros. Saiba quais são eles e as suas regras.

A vida do brasileiro no exterior já foi mais difícil nesta pandemia de covid-19, mas alguns países começaram a liberar a entrada de turistas – entre eles alguns dos destinos mais buscados, como Suíça, Espanha, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos e França.

Essa reabertura é reflexo do aumento da vacinação dos brasileiros e da consequente queda no número de casos e mortes por covid-19. Uma das consequências desse movimento é que os gastos com turismo fora do país vêm crescendo, apesar de ainda estarem distantes dos vistos em 2019, antes da pandemia.

Veja como é a situação de entrada dos brasileiros em alguns de seus destinos favoritos:

Países fechados para brasileiros

Uruguai
Os brasileiros continuam impedidos de entrar no país vizinho, de modo geral. No início de agosto, o presidente Luis Lacalle Pou informou que, a partir de 1º de novembro, serão reabertas as fronteiras do país para todos os estrangeiros imunizados e com um teste PCR negativo. Desde setembro, no entanto, brasileiros completamente vacinados e que tenham propriedades na região podem entrar no país.

Austrália
Como regra geral, todos os turistas estão proibidos de entrar no país no momento.

Nova Zelândia
As fronteiras do país estão fechadas atualmente para a maioria dos turistas estrangeiros.

Tailândia
O país abriu em julho a entrada de estrangeiros na ilha de Phuket, a maior do país, para estrangeiros totalmente vacinados de 70 países – essa lista, no entanto, não inclui os brasileiros.

Entrada liberada apenas com quarentena

Chile
O Chile reabriu suas fronteiras a turistas estrangeiros em 1º de outubro. Para entrar, é preciso estar com a vacinação contra a covid-19 completa, apresentar teste PCR negativo feito antes do embarque e contratar um seguro de viagem com cobertura mínima de US$ 30 mil, além de passar por quarentena de 5 dias. A partir de 1º de novembro, viajantes que fizerem o teste PCR poderão reduzir o período de quarentena para 1 ou 2 dias, ou seja, até sair o resultado negativo.

Equador
O país começou a se abrir em julho para turistas vacinados, mas isso não vale para pessoas vindas de Brasil ou Índia. Os brasileiros, além de apresentar um teste negativo PCR feito 72 horas antes do voo, têm de fazer quarentena de dez dias, independentemente do resultado do exame.

Itália
A maioria dos viajantes que estiveram no Brasil nos últimos 14 dias continuam sem poder ingressar em território italiano.

China
Viajantes brasileiros precisam apresentar um teste PCR negativo feito 48 horas antes de partir para a China. Lá, eles precisam passar por uma quarentena de 14 dias.

Hong Kong
Os brasileiros são considerados um grupo de alto risco na localidade. Mesmo que totalmente vacinados, eles terão de fazer uma quarentena de 21 dias, quando terão de fazer seis testes. O monitoramento continua mesmo após a quarentena.

Barbados
Turistas brasileiros, independentemente de terem sido vacinados ou não, precisam passar por uma quarentena de sete dias em um hotel local. No oitavo dia, serão submetidos a um teste para serem liberados para circular.

Entrada liberada sem exigência de quarentena

Argentina
O governo da Argentina reabriu suas fronteiras para viajantes vacinados de países vizinhos, entre eles o Brasil, a partir de 1° de outubro. Para as demais regiões do mundo, as viagens serão autorizadas no início de novembro. Para ficarem livres da quarentena, os visitantes terão que estar totalmente vacinados contra a covid-19 há pelo menos 14 dias, apresentar um teste PCR com resultado negativo realizado 72 horas antes da viagem ou se submeter a um exame de antígeno na chegada ao país e outro do tipo PCR entre 5 e 7 dias após o desembarque.

Peru
A partir do dia 5 de setembro, o Peru retirou o Brasil de uma lista que proibia os voos vindos do território brasileiro. Agora, para entrar no país, é preciso estar totalmente imunizado contra a covid-19 – com duas doses ou dose única, se for o caso – ou apresentar um teste negativo para a doença feito nas últimas 72 horas.

EUA
Os Estados Unidos pretendem liberar a entrada no país para estrangeiros totalmente vacinados contra a covid-19 a partir de novembro. As novas regras beneficiarão viajantes vindos também do Brasil. Viajantes terão que apresentar um comprovante de vacinação antes do embarque e apresentar um teste com resultado negativo realizado três dias antes da viagem. Ainda não está claro que vacinas serão aceitas. Até o momento, contudo, a
maioria dos viajantes brasileiros não têm permissão para entrar em território americano. A alternativa é fazer uma quarentena de 14 dias em um país que não tenha restrições dos EUA – o México é uma das opções mais procuradas.

Portugal
Os brasileiros que quiserem entrar em Portugal terão apenas que apresentar um resultado negativo de um teste PCR realizado nas 48 horas anteriores antes do embarque ou um teste de antígeno realizado nas últimas 24 horas antes da viagem. A autorização para a entrada dos brasileiros é válida, por enquanto, até o dia 16 de setembro. A decisão pode ser revertida caso a situação da epidemia de covid-19 piore no Brasil.

Canadá
O Canadá desde 7 de setembro abriu suas fronteiras para estrangeiros que foram totalmente vacinados (duas doses ou dose única) 14 dias antes do ingresso no país. É preciso, porém, tomar cuidado já que a vacina da Coronavac no momento não está entre as aceitas pelo governo canadense. A outra alternativa é passar por uma quarentena de 14 dias.

Reino Unido
Desde 11 de outubro, viajantes totalmente vacinados vindos do Brasil podem entrar no Reino Unido sem a necessidade de respeitar uma quarentena no desembarque. No entanto, o governo britânico só aceita as vacinas aprovadas no país, nos Estados Unidos ou na Europa — AstraZeneca/Oxford, Pfizer/BioNTech, Moderna e Johnson & Johnson (Janssen). Coronavac não está na lista.

Espanha
Desde 24 de agosto, o país deixou de exigir quarentena para os brasileiros vacinados com pelo menos 14 dias de antecedência. São aceitos todos os imunizantes hoje aplicados no Brasil.

França
Brasileiro não vacinado só pode entrar no país se for por motivo de urgência. Para quem é vacinado, porém, a entrada está liberada. No caso das vacinas de Pfizer e AstraZeneca, a segunda dose tem de ter sido tomada ao menos sete dias antes do ingresso no país. Para a da Jansen, a exigência é de quatro semanas. A Coronavac não está até o momento entre os imunizantes aceitos.

Suíça
Ainda em junho, o país reabriu suas portas para o turista brasileiro vacinado (com as doses ou dose única) em um período de 12 meses anterior à viagem.

Alemanha
Desde o dia 19 de setembro, a entrada foi facilitada para todos os viajantes que partem do Brasil, e não mais apenas para os vacinados com imunizantes aprovados pela União Europeia (Pfizer, AstraZeneca, Moderna e Janssen). Agora, passageiros imunizados com a Coronavac ou que ainda não completaram a vacinação poderão dispensar a quarentena ao apresentarem um teste negativo ou um comprovante de que tiveram a doença e se recuperaram. O Brasil deixou ser considerados de alto risco pelo governo alemão.

Anguilla
Desde 1º de julho, o país aceita estrangeiros vacinados. A segunda dose (ou dose única), no entanto, tem de ter sido aplicada ao menos 21 dias antes do voo, e a Coronavac não está atualmente na lista dos imunizantes aceitos no país.

Colômbia
Não há exigência de teste nem restrições para a entrada de brasileiros no país por causa da covid-19. Os viajantes devem, porém, preencher com antecedência um formulário on-line.

México
Não há restrições, de modo geral, ao turista brasileiro. Não há nem mesmo a exigência de apresentação de um teste PCR.

Bahamas
Passageiros do Brasil que não foram vacinados podem entrar no país, mas têm de submeter teste negativo de covid com até 120 horas antes da viagem. Totalmente vacinados (com ao menos 14 dias de antecedência) têm de apresentar um teste negativo, mas pode ser do tipo rápido. A Coronavac não aparece até o momento entre as vacinas aceitas no país.

Belize
Brasileiros vacinados e não vacinados podem entrar no país. Eles precisam, porém, apresentar um teste negativo PCR feito ao menos 96 horas antes ou um teste rápido negativo realizado com ao menos 48 horas de antecedência.

 

FONTE: PORTAL VALOR ECONÔMICO

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